Hoje li que "a emoção é sofrida" e logo me indaguei: vivo no automático? Faço do meu sentir uma representação? E então dei continuidade a minha leitura sobre emoções.
Fico refletindo sobre meus novos costumes. Penso em escrever ou descrevê-los para que eu possa, ou apenas tente, saber o que se passa aqui.
E nada vejo. Nenhuma dor me doi. Não me apetece. Não me pertence.
Não me cala e não me grita.
Não escrevo com choro, com correções gramaticais ou com expectativas.
Apenas com um pouco de saudade e vinho.
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