quarta-feira, 30 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Sempre
“Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em lugares onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte… Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: ‘as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.”
Hoje
"Então, abandonar o amor? Não. Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial."
domingo, 6 de novembro de 2011
Adormeço em ti minha vida,
- flor de sombra e de solidão -
da terra aos céus oferecida
para alguma constelação.
"Não pergunto mais o motivo,
não pergunto mais a razão
de viver no mundo em que vivo,
pelas coisas que morrerão.
Adormeço em ti minha vida,
imóvel, na noite, e sem voz.
A lua, em meu peito perdida,
vê que tudo em mim somos nós.
Nós! - E no entanto eu sei que estão
brotando pela noite lisa
as lágrimas de uma canção
pelo que não se realiza..."
- flor de sombra e de solidão -
da terra aos céus oferecida
para alguma constelação.
"Não pergunto mais o motivo,
não pergunto mais a razão
de viver no mundo em que vivo,
pelas coisas que morrerão.
Adormeço em ti minha vida,
imóvel, na noite, e sem voz.
A lua, em meu peito perdida,
vê que tudo em mim somos nós.
Nós! - E no entanto eu sei que estão
brotando pela noite lisa
as lágrimas de uma canção
pelo que não se realiza..."
E o tempo fechou...
Num dia cinza como hoje, o tempo acordou mais tarde. Tomou um banho demorado. Cozinhou e comeu.
Ouviu músicas tocantes e bailou pela sala.
Em dias tão frios de sentimento, ele esteve sempre aberto. Alegre, alegre.
Hoje ele fechou.
Fechou as amarguras da vida e curtiu a simplicidade dos atos.
A sutileza de uma saudade.
A leveza de um cheiro.
A intensidade de uma vida.
Viu que o passado também é hoje. E que também será o futuro.
Hoje será a saudade de amanhã.
A boa lembrança do riso. O caminho da lágrima. A dádiva da vida.
E o tempo fechou no meu coração a disponibilidade de viver muitos momentos efêmeros.
Por mais solitário e tranquilo que seja o meu tempo, ele é meu.
Como uma tarde cinza e calorosa de lembranças boas que vivi sendo assim.
Solitária e tranquila, mesmo estando com você.
Ouviu músicas tocantes e bailou pela sala.
Em dias tão frios de sentimento, ele esteve sempre aberto. Alegre, alegre.
Hoje ele fechou.
Fechou as amarguras da vida e curtiu a simplicidade dos atos.
A sutileza de uma saudade.
A leveza de um cheiro.
A intensidade de uma vida.
Viu que o passado também é hoje. E que também será o futuro.
Hoje será a saudade de amanhã.
A boa lembrança do riso. O caminho da lágrima. A dádiva da vida.
E o tempo fechou no meu coração a disponibilidade de viver muitos momentos efêmeros.
Por mais solitário e tranquilo que seja o meu tempo, ele é meu.
Como uma tarde cinza e calorosa de lembranças boas que vivi sendo assim.
Solitária e tranquila, mesmo estando com você.
Assinar:
Postagens (Atom)







