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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

"Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completa, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, to despreocupada, com a vida eu to de bem."

segunda-feira, 8 de agosto de 2011


"Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências: desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem."

quarta-feira, 2 de março de 2011

A vida é agora, aprende.




"A vida é agora, aprende. Ainda outra vez tocarão teus seios, lamberão teus pêlos, provarão teus gostos. E outra mais, outra vez ainda. Até esqueceres faces, nomes, cheiros. Serão tantos. O pó se acumula todos os dias sobre as emoções" (Dodecaedro. In: Triângulo das Águas)


Imagem: Pedro Nossol

domingo, 13 de fevereiro de 2011




“Na minha memória - já tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos”

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eu quero...

Brisa do mar, fim de tarde tranquilo, música boa, sem relógio, despertador ou qualquer coisa que me mostre o tempo passando . Quero sair de noite olhar pro céu e ver estrelas, ter tempo pra ver como a lua é bela, observar pessoas, rir, chorar, pensar, viver, cantar, sentir . Porque é verão e eu quero ver, rever, transver, milver tudo que não vi .

Retirado do blog da Fernanda Barcellos:
http://enomeiodafuga.blogspot.com/2011/01/eu-quero.html

sexta-feira, 26 de novembro de 2010




"É hora de fazer tudo o que sempre quis. E é maravilhoso ver que tudo o que sempre quis é simples, belo, acessível, fácil e do bem."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010


"A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar....



Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não.”

"A alma é safada, a carne é fraca, e o diabo ainda atenta!"

sábado, 13 de novembro de 2010


"Mas ela gosta de colecionar segredos... Coisas grandes, que ela guarda dentro de uma caixinha.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010


"Como sofrer de amor num dia azul com um céu assim?”

    sexta-feira, 5 de novembro de 2010


    Dizem que a gente tem o que precisa.
    Não o que a gente quer.
    Tudo bem. Eu não preciso de muito.
    Eu não quero muito.
    Eu quero mais.
    Mais paz.
    Mais saúde.
    Mais dinheiro.
    Mais poesia.
    Mais verdade.
    Mais harmonia.
    Mais noites bem dormidas.
    Mais noites em claro.
    Mais eu ... Mais você.
    Mais sorrisos,
    beijos e aquela rima grudada na boca.
    Eu quero Nós.
    Mais nós.
    Grudados.
    Enrolados.
    Amarrados.
    Jogados no tapete da sala.
    Nós que não atam nem desatam.
    Eu quero pouco e quero mais.
    Quero você.... Quero eu.
    Quero domingos de manhã.
    Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro.
    Quero seu beijo.
    Quero seu cheiro.
    Quero aquele olhar que não cansa.
    O desejo que escorre pela boca e o minuto,
    no segundo seguinte:


    nada é muito quando é demais.

    terça-feira, 2 de novembro de 2010


    "Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Uma solidão de artista e um ar sensato de cientista… tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna."

    sábado, 30 de outubro de 2010




    "E eu não sei explicar.
    Acho que é uma questão de amor."



    Respirou fundo. Morangos, mangas maduras, monóxido de carbono, pólen, jasmins nas varandas dos subúrbios. O vento jogou seus cabelos ruivos sobre a cara. Sacudiu a cabeça para afastá-los e saiu andando lenta em busca de uma rua sem carros, de uma rua com árvores, uma rua em silêncio onde pudesse caminhar devagar e sozinha até em casa. Sem pensar em nada, sem nenhuma amargura, nenhuma vaga saudade, rejeição, rancor ou melancolia. Nada por dentro e por fora além daquele quase-novembro, daquele sábado, daquele vento, daquele céu azul – daquela não-dor, afinal.

    quinta-feira, 14 de outubro de 2010


    "Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas caírem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."

    sexta-feira, 1 de outubro de 2010

    "A vida é agora, aprende. Ainda outra vez tocarão teus seios, lamberão teus pêlos, provarão teus gostos. E outra mais, outra vez ainda. Até esqueceres faces, nomes, cheiros. Serão tantos. O pó se acumula todos os dias sobre as emoções"

    *Imagem Pino Dangelico

    Alento


    "Quando nada mais houver,
    eu me erguerei cantando,
    saudando a vida
    com meu corpo de cavalo jovem.
    E numa louca corrida
    entregarei meu ser ao ser do Tempo
    e a minha voz à doce voz do vento.
    Despojado do que já não há
    solto no vazio do que ainda não veio,
    minha boca cantará
    cantos de alívio pelo que se foi,
    cantos de espera pelo que há de vir."

    segunda-feira, 20 de setembro de 2010




    - Toque nela com cuidado, senão ela foge.


    - A coisa ou a pessoa?

    - As duas.

    domingo, 19 de setembro de 2010

    Limite Branco

    "Acontecem coisas estranhas quando estou num espaço muito amplo. Uma vontade de voar, parece que bastaria abrir os braços par afundir-me com o céu. Ao mesmo tempo dá vontade também de ficar na terra na terra e viver, viver muito, com todas as miudezas do cotidiano. Impressão de ser maior que tudo, sensação de força, certeza de vitória, vitória tão certa e fácil como as coisas da natureza se mostram ali. E também uma grande humildade, consciência de ser ínfimo em relação ao azul-azul do céu, ao azul sem cor do rio. Procuro palavras para definir o que sinto e não encontro. Talvez elas nem sequer existam, talvez seja apenas um fluxo mais forte de vida abrindo os sentidos, embrutecendo o raciocínio. "

    sexta-feira, 17 de setembro de 2010

    Saudade, saudade, saudade. Amor, amor, amor.


    'Saudade saudade saudade saudade saudade saudade saudade saudade.
    Amor amor amor amor amor amor amor amor amor amor.
    Todos os beijos já existentes e não existentes todos os beijos, os beijos dados mais os que estão por dar. Não se perca. Não se esqueça. Viver bem é a melhor vingança.'