Mostrando postagens com marcador Caio Fernando Abreu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caio Fernando Abreu. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
A vida é agora, aprende.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Eu quero...
Brisa do mar, fim de tarde tranquilo, música boa, sem relógio, despertador ou qualquer coisa que me mostre o tempo passando . Quero sair de noite olhar pro céu e ver estrelas, ter tempo pra ver como a lua é bela, observar pessoas, rir, chorar, pensar, viver, cantar, sentir . Porque é verão e eu quero ver, rever, transver, milver tudo que não vi .Retirado do blog da Fernanda Barcellos:
http://enomeiodafuga.blogspot.com/2011/01/eu-quero.html
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010

"A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar....
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não.”
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Dizem que a gente tem o que precisa.
Não o que a gente quer.
Tudo bem. Eu não preciso de muito.
Eu não quero muito.
Eu quero mais.
Mais paz.
Mais saúde.
Mais dinheiro.
Mais poesia.
Mais verdade.
Mais harmonia.
Mais noites bem dormidas.
Mais noites em claro.
Mais eu ... Mais você.
Mais sorrisos,
beijos e aquela rima grudada na boca.
Eu quero Nós.
Mais nós.
Grudados.
Enrolados.
Amarrados.
Jogados no tapete da sala.
Nós que não atam nem desatam.
Eu quero pouco e quero mais.
Quero você.... Quero eu.
Quero domingos de manhã.
Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro.
Quero seu beijo.
Quero seu cheiro.
Quero aquele olhar que não cansa.
O desejo que escorre pela boca e o minuto,
no segundo seguinte:
nada é muito quando é demais.
Não o que a gente quer.
Tudo bem. Eu não preciso de muito.
Eu não quero muito.
Eu quero mais.
Mais paz.
Mais saúde.
Mais dinheiro.
Mais poesia.
Mais verdade.
Mais harmonia.
Mais noites bem dormidas.
Mais noites em claro.
Mais eu ... Mais você.
Mais sorrisos,
beijos e aquela rima grudada na boca.
Eu quero Nós.
Mais nós.
Grudados.
Enrolados.
Amarrados.
Jogados no tapete da sala.
Nós que não atam nem desatam.
Eu quero pouco e quero mais.
Quero você.... Quero eu.
Quero domingos de manhã.
Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro.
Quero seu beijo.
Quero seu cheiro.
Quero aquele olhar que não cansa.
O desejo que escorre pela boca e o minuto,
no segundo seguinte:
nada é muito quando é demais.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Respirou fundo. Morangos, mangas maduras, monóxido de carbono, pólen, jasmins nas varandas dos subúrbios. O vento jogou seus cabelos ruivos sobre a cara. Sacudiu a cabeça para afastá-los e saiu andando lenta em busca de uma rua sem carros, de uma rua com árvores, uma rua em silêncio onde pudesse caminhar devagar e sozinha até em casa. Sem pensar em nada, sem nenhuma amargura, nenhuma vaga saudade, rejeição, rancor ou melancolia. Nada por dentro e por fora além daquele quase-novembro, daquele sábado, daquele vento, daquele céu azul – daquela não-dor, afinal.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas caírem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Alento

"Quando nada mais houver,
eu me erguerei cantando,
saudando a vida
com meu corpo de cavalo jovem.
E numa louca corrida
entregarei meu ser ao ser do Tempo
e a minha voz à doce voz do vento.
Despojado do que já não há
solto no vazio do que ainda não veio,
minha boca cantará
cantos de alívio pelo que se foi,
cantos de espera pelo que há de vir."
domingo, 19 de setembro de 2010
Limite Branco
"Acontecem coisas estranhas quando estou num espaço muito amplo. Uma vontade de voar, parece que bastaria abrir os braços par afundir-me com o céu. Ao mesmo tempo dá vontade também de ficar na terra na terra e viver, viver muito, com todas as miudezas do cotidiano. Impressão de ser maior que tudo, sensação de força, certeza de vitória, vitória tão certa e fácil como as coisas da natureza se mostram ali. E também uma grande humildade, consciência de ser ínfimo em relação ao azul-azul do céu, ao azul sem cor do rio. Procuro palavras para definir o que sinto e não encontro. Talvez elas nem sequer existam, talvez seja apenas um fluxo mais forte de vida abrindo os sentidos, embrutecendo o raciocínio. "
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Saudade, saudade, saudade. Amor, amor, amor.
Assinar:
Postagens (Atom)











