
A melhor época da minha vida foi aquela em que aprendi a ser só.
Não o só de auto suficiencia, de individualismo ou egoísmo.
Mas um só de sentimentos. De noites solitarias. De cafes da manhã sem bom dia. Sem travessuras na cozinha. Sem filme abraçado.
Pois assim pude sentir todo o corpo. Vestir toda a dor e calçar toda a solitude.
Me vi do avesso e agora me visto de alegria, para assim, dar as mãos a quem no meu mundo quer estar.
Gabriela Sobreira
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