sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Meu deserto

Há uma incessante sede que teima em não findar.
Copos postos a inutilidade.
Xícaras que acendem.
Taças que alimentam.

Toma. Retoma. Ingere.
E não cessa.

A água lembra teus lindos olhos a me vigiar.
O café ao teu poderoso jeito de me conter.
O vinho...ah!O vinho!

Lembra os saborosos momentos em que teu cheiro se encaixa no meu jeito e meu corpo se enlaça no teu encanto!

Sede que cede não precede a eternidade.



Gabriela Sobreira



3 comentários:

  1. Ain Gabriela, tão bom ler textos e poemas feitos por ti, me enchem de um orgulho esquisito... rsrs...
    Por ti tenho carinho...
    :D

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  2. :p
    Obrigada,menina!!
    É bom saber desse carinho e orgulho!!

    Bjs!

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