Há uma linha tênue entre o agora e o para sempre.
É o limite em que sempre permaneci.
A punição dos não atos.
A impossibilidade vestidade de realidade cruel.
Desejos retalhados e adormecidos.
Lágrimas contidas. Alegria comedida.
Felicitar o outro com a própria dor.
Aprender com o amor...
Vida ao destino posto.
Passividade com os passos certos...
Agora felicidade, para sempre esquecimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário