Todo anoitecer ele chega, sorrateiro.
Seja no luar, seja no calor do sono,
Seja no olhar vendo o amanhecer...
Sussurros, vestígios, regozijos.
O calor do sono ressuda,
O olhar pela janela embaça...
Sorrateiro ele fica,
Atormentador ele se vai...
E assim os clarões despontam e as palavras findam.
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